quarta-feira, 14 de março de 2012

Trenó não é só pro papai noel

Andar de snowboard e esquiar na neve é para os fracos! O negócio aqui é andar de trenó! 
Ok, ok. Talvez olhando essa foto seja o contrário. Mas olha, te digo, não é tão bobo quanto parece essa história de sledge (Inglês) ou schlitteln (Alemão).
Aqui no inverno, em montanhas ou qualquer lugar que tenha neve suficiente, os suiços (e não exclusivamente eles) costumam andar de trenó. É, estilo o do papai noel mesmo só que sem as renas, e eu nem te conto como existem tipos diferentes de trenó, maior coisa. A princípio parece só uns pedaços de maideira juntos e sair deslizando na neve, mas a verdade (segundo os suiços) é que tem toda uma técnica pra aumentar velocidade, pra deslizar melhor, freiar, tipos de trenó, madeira melhor que a outra, ixe, uma viagem.
Eu pra ser sincera achava que era tipo eskibunda, sabe aquele que andamos nas dunas de areias em praias do Brasil como Genipabu no RN, e lençois maranhenses? Pois é. A ideia tem o mesmo fundamento, talvez aplicadas em extremidades opostas de cenários, e eu não sei se aqueles meninos lá nas dunas de Genipabu que fazem isso estão preocupados com tais técnicas e pensando nelas debaixo de 40 graus do verão. No Brasil, a ideia é mais pra se divertir mesmo.
Aqui também claro tem o lado da diversão, mas tem vááários outros fatores envolvidos como a questão da neve, fazer esportes na neve, ganhar equilíbrio, e claro, não ficar trancafiado em casa quando tá -10 graus mesmo num dia bonito como esse aí das fotos. Isso foi num domingo quando fui com os suiços no Gurten andar de trenó. O Gurten, cenário de churrascos e festivais de música no verão, agora coberto de neve e palco de voltas de trenó dos suiços de todas as idades. Uma verdadeira winterwonderland.
Aqui cada um tem seu trenó, trenó de um, trenó de dois lugares, trenó de Davos, trenó alugado, o importante é participar. Eu talvez tenha subestimado um pouco a brincadeira. Ok que muita criança curte o tal do trenó por motivos óbvios, mas em algumas áreas que andamos, é tão inclinado que a gente desce tão rápido que olha, pra frear é difícil.
Mas é muuuuito divertido!!!
E depois de tanta descida e subida e descida e subida e quedas e dor nas costas de tanta lombada, nada melhor que a tradicional cerveja do Gurten ou um cafezinho se o frio tiver pedindo arrego.
Típico programa suiço de inverno.
Vale salientar que o trenó é um esporte e exige cuidados, pois em algumas áreas com curvas e muito inclinadas e com lombadas, o impacto de volta a neve pode ser grande e pode causar problemas à coluna. Já ouvi várias histórias de gente que quebrou a coluna, torceu o ombro, e etc e tal andando de simples trenó. Pode parecer inofensivo e infantil, mas a brincadeira tem status de gente grande!

domingo, 11 de março de 2012

O inverno é masculino

Já fazia tempo que eu queria escrever esse post. O inverno já tá quase acabando (amem Senhor), e eu ainda to aqui escrevendo sobre ele. É ne, porque apesar de a frente fria (e traumática, diga-se de passagem) já ter passado (já...!), e o tempo ter melhorado um bocadinho, ainda estamos aqui penando com esses casacões pra cima e pra baixo. Bom, pelo menos to conseguindo me livrar do gorro e do cachecol que eu não sou muito fã. As luvas ainda preciso usar, pois sinto muito frio nas mãos. Menos de 10 graus, preciso de luvas.

O título do post não poderia ser mais direto. Voce, amiga brasileira que está nesse hemisfério também passando frio nesses últimos tempos, diga se voce não concorda comigo, que é uma pena (ou um saco) voce se arrumar todinha pra sair a noite, ou até de dia tambem, e aí tem que meter umas peças "nada a ver" com o seu figurino porque vai sair na rua e não quer morrer congelada?

Não, sério. Comprei até umas roupas legaizinhas ultimamente, mas quem disse que consigo usa-las? Ok, talvez eu esteja aqui agoniada querendo que chegue logo a primavera, mas enquanto não chega, de que adianta aquela blusinha linda se voce tem que por uns casacões grossões que cobrem tudo e voce não consegue nem usar a blusa? E aquele sapato maravilhoso nunca consigo usar porque quando comprei estava nevando e se eu usar na neve não consigo dar um passo sem escorregar e cair no gelo, sem falar no frio... desde novembro do ano passado até umas semanas atrás, só usei botas todos os dias.

O inverno é pesado, é masculino, é escuro. Voce olha na rua, a grande maioria das pessoas tá toda de roupa escura, casaco escuro. É bota para todos os lados, claro, frio nas canelas ninguém merece. Voce vai na loja de sapatos, só ve botas, botas, botas. Eu pra ser sincera não aguento mais ver bota na minha frente. No inicio do inverno queria comprar uma, até agora não consegui achar uma que gostasse, e agora que o inverno tá perto do fim já desisti de comprar. Fica pro próximo inverno.

No dia que fez 18 graus aqui há 2 fins de semana atrás que eu consegui sair na rua sem casacão, eu era a pessoa mais feliz dessa Suiça. Me senti tão leve andando na rua, sentindo o vento no meu pescoço e sentindo o sol esquentar nem que fosse um tiquinho. Parecia que eu estava ganhando vida, energia. Me deu vontade de por uma roupa com cores mais alegres, o sol estava brilhando, por que eu sairia de preto?

Eu e todo mundo. De repente, olhei ao meu redor aqui perto de onde moro, e vi a rua cheia de gente andando, crianças andando de bicicleta, gente jogando bola. Onde estavam essas pessoas nos últimos 4 meses? ... hm, esquiando, talvez. É, eu que não me dou muito bem com esportes de neve, sinto cada grau abaixo de zero.

Mas estamos aqui. Sobrevivendo a mais um inverno, e graças a Deus chegando ao final dele.
Olhando posts do ano passado, em Abril escrevi um sobre o fim do inverno. E agora quase na mesma época estou escrevendo este. Posso falar? Eu tô é me coçando pra chegar logo a primavera e ir nadar no rio Aare. Agora estamos com dias já mais longos anoitecendo às 6 e pouca da tarde, já não é mais um parto pra levantar de manhã pois não está mais escurão. Venha, bonança, venha. Porque a tempestade está terminando.

terça-feira, 6 de março de 2012

Île de la Cité

O mais legal de escrever no blog é ter aqui as recordações de onde eu andei, o que eu fiz, rever as fotos e relembrar histórias que talvez se não escrever posso ir esquecendo com o tempo. Decidi fazer o blog quando estava pra vir morar na Suiça e com tanta coisa que aconteceu desde que vim morar aqui há quase 3 anos, acho que o blog é uma grande obra-prima da minha estadia aqui. Um livro de ouro.
Veja os posts da França, por exemplo. É praticamente um pecado deixar as histórias e as fotos aqui no meu computador guardadas só pra mim. Com tanta coisa que se pode ver e viver aqui no velho continente, às vezes eu acho até que aproveito é pouco, que deveria estar fazendo mais e mais. Mas ne, a gente tem que trabalhar e se eu vivesse de blog era muito fácil.
O retorno que recebo no blog, como os contatos, emails, comentários maravilhosos, aí isso aí é consequência e eu sou muito grata. Afinal não sou a única brasileira por esses mares e é maravilhoso compartilhar experiências com quem está do lado de cá e aprender tanta coisa também. Nessa leva, com posts de lugares populares como a graciosa e única Paris, chove visitas no blog de gente buscando infos ou fotos de Paris pela internet, e termina mandando um email ou deixando um comentário, só compartilhando um pouco da sua experiência, e como é legal isso, nao? Isso me motiva a escrever ainda mais.

A Île de la Cité em Paris é um dos lugares mais conhecidos da cidade, e de extrema importância histórica diga-se de passagem. E de novo, não sou nenhuma expert por lá. Mas as origens da capital francesa estão ali, na ilha em forma de barco no rio Sena. Restos das primeiras construções ali já levantadas podem ser encontrados na cripta arqueológica da catedral de Notre-Dame.
A Île de la Cité em Paris abrange regiões onde ficam grandes atrações turísticas a quem visita Paris com este propósito. Além da Île St-Louis que eu falei no post passado que fica por trás da Notre-Dame, a própria catedral é parte da Île de la Cité, assim como o Palácio da Justiça e a Sainte-Chapelle, que é hoje aclamada como uma das maiores obras de arte do mundo ocidental devido a intensa luz vinda dos seus maravilhosos vitrais.
Palais de Justice
Já o Palais de Justice é nada mais nada menos que o esplêndido conjunto de edifícios que fazem os tribunais de Paris. Desde a época dos romanos, esta construção era a residência do governador e já foi sede do poder real. Hoje representa o grande legado de Napoleão, o sistema judiciário francês.

Prefeitura de Paris
E falando nisso, é também na Île de la Cité que fica a Mairie ou a Prefeitura de Paris, um prédio enorme com o grande lema da Revolução Francesa "Liberté, Egalité, Fraternité" (Liberdade, Igualdade, Fraternidade) de autoria de Jean-Jacques Rousseau; Revolução essa que foi o grande acontecimento que marcou o início da Era Contemporânea, aboliu a escravidão e proclamou a frase como princípio universal.
A Prefeitura fica entre as estações de metrô Hôtel de Ville e Pont Marie, mas a Châtelet e Cité também servem. Desta vez que estava quase feito uma nativa (cof cof) andando pra cima e pra baixo de metrô, foi hiper legal sair lá de baixo do metrô e dar de cara com o Arco do Triunfo, por exemplo, com a Prefeitura de Paris saindo da Rue de Rivoli com uma baita pista de patinação no gelo armada pra fazer a diversão do inverno. Demais. A Prefeitura de Paris é na verdade o Hôtel de Ville, é uma reconstrução do século 19 fantástica que eu deixo as fotos falarem por si.
Muito demais.
Tudo ainda parte da Île de la Cité. A Ilha é uma atração completa. Se estiver em Paris e não souber o que fazer, já sabe! Além de tudo isso, ainda tem museus fascinantes como o Musée Picasso, Museu de Arte e História do Judaísmo, o Museu de Victor Hugo grande autor de "Os Miseráveis", a Praça da Bastilha onde se deu o estopim da Revolução Francesa, a Île St-Louis que eu falei no post passado e tudo que eu já mencionei aqui, além de vários lugares que eu obviamente não conheço e não posso recomendar, e naturalmente lindas paisagens e pontes enormes cruzando o Sena onde cada passo aparece um lindo cenário novo.
Paris é apaixonante para andar. Cada rua, cada esquina virada tem um pedaço da história que marcou o mundo. Claro, pra quem gosta de história como eu, só isso sozinho é apaixonante, razão suficiente para se apaixonar pela encantadora Paris. E a Île de la Cité está no topo de áreas a andar e explorar na cidade. 

domingo, 4 de março de 2012

Île St-Louis

Estou longe de ser uma expert em Paris e suas ruas, áreas e regiões. Mas mesmo sem querer, depois de ir algumas vezes a cidade luz, voce termina aprendendo alguma coisa e não é mais turista de primeira viagem indo aos mesmos pontos que todo mundo. Não que os mesmos pontos sejam ruins, eu por mim iria em tudo de novo sempre, mas terminam aparecendo áreas que voce antes não conhecia e percebe que são pouco exploradas pelos turistas e voce vai conhecendo cada vez mais e mais da capital francesa.
Île St-Louis é uma delas.
Andando para trás da Catedral de Notre Dame, passando a ponte St-Louis, da Île de la Cité, estamos em Île St-Louis, uma área calma com ruas calmas e ancoradouros na beira do rio Sena. Acho que essa região é um perfeito exemplo para sentir a verdadeira atmosfera parisiense. Um pouco menos alvoroçado do que regiões próximas a Torre Eiffel e Louvre, andar pela Île St-Louis é sentir Paris.
Vindo pela Quai de Bourbon, estavamos em Île St-Louis propriamente dita, com cafes e restaurantes típicos e até luxuosos. Continuamos andando pela Rue Saint-Louis en L'île, e que graça... ruas estreitinhas, calmas e com lojinhas pequenas mas super charmosinhas. Aquela rua é a principal atração turistica do pedaço. As lojas iam de chocolaterias fofíssimas, vintage, até sorveterias lindas, mas ok, no inverno não dá pra se deliciar tanto. Mas todos os cafes, restaurantes, creperias com portinhas no meio da rua eram sem dúvida um encanto. Além de prédios residenciais também muito simpáticos.
Um destaque especial para a Biscuitier e Sucrecuitier La Cure Gourmande! A começar pelo estabelecimento em si, que coisa mais fofíssima! E os doces, chocolates, caramelos, nossa, as atendentes tambem muito simpaticas oferecendo muitas delicias para experimentar, tantas opções de guloseimas, não poderia sair dali de mãos abanando. E foi o meu favorito, recomendo muito.
A história desse bairro (digamos assim) tambem é muito interessante. Pra variar ne! Quero que voce me diga o que não é interessante ali! Bom, quase tudo na Île foi construído no século 17, em estilo clássico. Há uma igreja, que terminou de ser construída em 1726 e é em estilo barroco, decorada com mármore dourado. A "ilha" tem este nome obviamente em homenagem a Luis IX, rei da França do século 13, e desde a Revolução Francesa ficou conhecida como a ilha da fraternidade, e antes era até conhecida como "ilha dos palácios" devido ao enorme número de mansões que se situam ali. A ilha é conectada ao resto de Paris por pontes e barcos que fazem o percurso pelo rio. Antigamente, a ilha era usada para armazenar madeira. Hoje é um oasis em pleno coração de Paris. Não tem estação de metro e apenas duas paradas de onibus. A melhor maneira de chegar ali e andar por ali é a pé mesmo.
Passamos uma tarde andando por Île St-Louis e que maravilhosa surpresa encontramos. Merecia um post nesse blog.

sábado, 3 de março de 2012

Chateau de Versailles

Quando minha mãe estava aqui desta última vez no final de 2011 e inicio de 2012 e decidimos ir a Paris, tínhamos um passeio em mente em especial que não deixariamos de lado: Versailles.
De todas as vezes que eu fui a Paris, sempre tinha vontade de conhecer Versailles, sempre ouvi maravilhas de lá, mas que era preciso tempo. E minhas idas em Paris até então eram sempre corridas e curtas. Desta vez, apesar de ser tambem curta, o nosso objetivo principal era reservar um dia inteiro para ir até Versailles. E assim foi.

Versailles não fica no centro de Paris, é um suburbio da Ile de France e chegar lá demorou mais que o esperado. Levamos simplesmente 2 horas da saída do hotel até a chegada no Palácio. Não porque era necessariamente dificil chegar lá, mas porque as informações eram cruzadas, confusas e até no fim quando entramos no trem certo, estavamos na direção errada. Para chegar em Versailles, é preciso pegar o RER Versailles-Gauche, e pegamos um direto da Champs de Mars. Mas aí até descobrir tudo mastigadinho, colega, era quase meio dia já.
Voce já deve saber, Versailles é um dos mais ilustres castelos e complexos de jardins, monumentos ilustres patrimonio mundial que faz a arte francesa do século 17 ser a combinação mais bela e mais completa de luxo e suntuosidade. Não é a toa que recebe 8 milhões de turistas por ano e é um dos pontos turísticos mais famosos do mundo!

O antigo castelo de tijolo e pedra de Luis VIII foi aumentado e transformado pelo seu filho Luis XIV que instalou aqui a Corte e a sede do Governo em 1682. Gracas a isto, hoje Versailles é testemunho deste passado rico e uma visita ali é uma verdadeira volta ao passado, uma viagem no tempo vendo de perto aqueles salões enormes e super decorados, jardins esplêndidos, bosques, até a área de Maria Antonieta.
De fora, já dá pra perceber que o nível da brincadeira não é baixo e eu comecei a pensar em quais castelos já visitei no mundo que pudesse ser comparado a Versailles. Pensei no Residenz de Munique, o Schönbrunn de Viena, o Hampton Court Palace de Londres, e não via a hora de entrar pra constatar com meus olhos e me deslumbrar. Lá dentro... ah, lá dentro, como explicar.... os tetos, as portas, as esquinas, as paredes, o chão, as esculturas, os lustres, pra onde quer que voce olhe, tudo é decorado, detalhado ao extremo e se voce como nós tiver o guia de audio contando a história ao longo de cada aposento, olha, não tem melhor aula de história.
E esse Salão dos Espelhos, gente, o que é isso?! Que coisa linda e perfeita. Exagerado mas harmonioso ao mesmo tempo, ali importantes cerimônias oficiais do antigo regime de poder da França foram realizadas. Ali, o Tratado de Versailles foi assinado, após meses de negociações em Paris, que encerrou a Primeira Guerra Mundial, em 1919, e determinou que a Alemanha oficialmente aceitasse a responsabilidade de ter causado a guerra.
É realmente que cair o queixo, ou de ficar com a boca aberta... Lindo, lindo, lindo!

O Salão dos Espelhos é sem dúvida o ponto alto da visita. Mas o tour pelo palácio é todo maravilhoso com o quarto da rainha, a capela real, o salão de apolo, salão de Herculos, é tudo magnifico.
Ainda mais andando e ouvindo a história de cada lugar, entendendo e relembrando detalhes da historia, como por exemplo passar pela sala de jantar e ver a forma como a mesa era posta e saber que as pessoas ficavam assistindo enquanto o rei e a rainha jantavam. Costumes e ideias tão diferentes, únicas e excentricas como só o rei da França pudesse fazer acontecer.
Este salão das batalhas é outra maravilha. A começar pelo visual da entrada. Ele junta quadros perfeitos de importantes batalhas da França. Um melhor que o outro, verdadeiras obras de arte. Sem falar nos detalhes de arquitetura do próprio salão. Realmente um país que sabe valorizar e apreciar sua história.
Se voce como eu ama historia e museus e palacios, cuidado, um dia em Versailles pode não ser suficiente. E olha, realmente não foi. Quando andavamos já por horas no palacio, que acaba, damos de cara com hectares e mais infinitos hectares de um jardim geometrica e unicamente perfeito.
Ventava muuuuuuuuuuito e olha, mesmo com uma paisagem dessas, era dificil sair bem na foto com tanto vento. O sol abriu algumas poucas vezes e melhorou o frio. Mesmo assim, poxa, era nosso passeio a Versailles!!!! Não tinha frio nem vento que fizesse a gente desanimar de conhecer esse jardim de cima abaixo.
É, bom, a não ser que o dia esteja perto de acabar e o complexo esteja perto de fechar, ne... que foi o que aconteceu. Como perdemos mais de 2 horas tentando chegar lá, começamos o passeio relativamente tarde e terminou que não deu tempo de conhecer o Castelo de Trianon e o Domínio de Maria Antonieta, que fazia parte do bilhete que compramos. Essa parte fica láááá em baixo, lá no final, e mesmo pegando trenzinho até lá ao inves de andar, não daria tempo de visitar, pois no inveno o jardim fecha as 17:30 e já era quase 17h. Depois ainda precisariamos de um trenzinho pra voltar todo o caminho de volta, sem falar no frio e com o sol que baixava cada vez mais, o frio aumentava.

Sem duvida pra visitar tudo é preciso no minimo 1 dia inteiro, chegando lá assim que abre, as 9h, pra não perder nem um segundo, porque realmente o palacio leva muito tempo, e andar pelo jardim tambem.

Resultado: temos que ir de novo a Versailles! Ahahahaha!! Versailles está no topo da lista de castelos e palacios que já visitei nessa vida, e te digo, acho que tá é em primeiro mesmo.

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